CEST 2018: O que muda no código em 2018?

CEST é uma sigla para Código Especificador da Substituição Tributária.

Esse dado passou a ser válido a partir de 1º de julho de 2017 para a indústria e para importadores.

A partir de 1º de outubro de 2017 foi a vez dos atacadistas

Finalmente a partir de 1º de abril de 2018 para varejistas.

Esse código deve ser incluído nas NF-e e nas NFC-e.

Confira as mudanças que ele vem passando neste ano.

CEST e seu funcionamento

O CEST tem a sua origem nos processos de Substituição Tributária.

Esse procedimento que permite estabelecer tributos sobre um determinado produto em apenas uma das etapas de distribuição no Brasil.

Ela ocorre no caso de transações realizadas entre diferentes estados.

Para garantir que a tributação aconteça sempre na forma correta, foi desenvolvida uma tabela e os produtos só podem circular se estiverem ligados a ela.

Acesse esse link para acessar a tabela na íntegra.

O código equivalente tem sete dígitos e está associado ao NCM/ST (Nomenclatura Comum do Mercosul / Sistema Harmonizado).

Dessa maneira, os dois primeiros dígitos relatam o segmento da mercadoria.

O terceiro, o quarto e o quinto algarismos simbolizam o item do segmento.

Os dois últimos são as exigências do que foi vendido.

Mostrar os códigos corretos em sua totalidade os arquivos XML das notas é uma uma missão de grande importância.

Dessa forma, sempre é indicado que este trabalho seja feito por um profissional de contabilidade que está familiarizado com essa burocracia.

O CEST no varejo

Se para as indústrias, para os importadores e para os atacadistas tais novidades deram inicio a valer em 2017, para os comerciantes do varejo a necessidade começa agora.

Portanto, são eles que devem ter foco em todas as notas fiscais emitidas com seu CNPJ a partir de agora.

O trabalho, portanto, é encontrar o código correto do produto no momento da emissão a nota.

Para isso, acesse a tabela CEST do Anexo I do Convênio 92/2015 do Confaz e separe os códigos NCM/ST utilizados nas notas fiscais dos produtos que você comercializa.

Feito isso, elabore uma tabela de comando para a sua empresa e guarde os arquivos para quaisquer consultas.

É simples, não é mesmo?

Porém, no início compreendemos, que esse processo pode ser um pouco mais trabalhoso, até que o seu do time financeiro se familiarize com todos os códigos que você mais utiliza.

É importante ainda que os softwares de emissão de notas fiscais que você utiliza estejam atualizados e preparados para essa adição.

Organize-se

A organização é palavra-chave no momento de implementar o Planejamento Tributário.

A importância da quitação os impostos em dia traz muitos benefícios ao empreendedor, como falamos neste artigo.

Não abra mão da tecnologia para auxiliar você e sua empresa neste processo de organização.

A notícia boa é que a tecnologia pode te auxiliar nessa questão.

Um dos grandes diferenciais da PDVend é a automatização de alguns processos para te auxiliar no controle tributário, inclusive, como:

Emissão de NFC-e

  • Relatório de Pagamentos
  • Contabilidade
  • Painel de resultados
  • E muito mais…

Portanto, organize sua gestão e mantenha seus Impostos em dia com um bom Planejamento Tributário para que no futuro, não tenha dores de cabeça.

Agora você já sabe como fazer um planejamento tributário.

Quer saber mais sobre este e outros assuntos?

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Danilo Colombo
Formado em publicidade e propaganda, apaixonado pelo mundo digital, startups, growth hacking e empreendedorismo. Quando não está pensando sobre negócios, gosta de passar o tempo com sua família. Atualmente é Head of Marketing da PDVend.

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